"O 'Não Posso' Não Existe" 1

“O ‘Não Posso’ Não Existe”

Pauito, lê-se nas costas de tua camiseta da Díade de 2016. Uma ironia para um tiarrón de 1,noventa e três m e noventa e cinco kg. “É de no momento em que era jogador. Mas isto já é passado. A data tem taxado no corpo.

E pela cabeça. Pau está tocando a têmpora com o índice. Duas torneiras. “Por sorte, eu vi tudo e eu me lembro de tudo”. Não lhe importa rememorarlo. Naquele dia, um imprevisto de trânsito pela AP-7, levou por diante a 4 jogadores de handebol, que estavam a ver o Girona-Celta. O desastre causou a morte de josé Martí, Combati (19) e Xavier Pocurull (19), causou ferimentos leves a Òscar Lorca (19) -começa a jogar com sintra-, e o deixou em uma cadeira de rodas a Pau Navarro. Não imagino em uma possível solução médica. O expivote sofreu danos medulares irreversíveis: três vértebras cervicais fraturadas, C5, C6 e C7, “o que afetou a medula” e deixou-o alegria na vida outra vez.

“eu Só posso mover de peito pra cima; não tenho sensibilidade na porção central, o core (musculatura abdominal), deste jeito o controle do tronco é o que mais serviço. O suplo ganhando força nas partes que posso mover: peito, costas, costas, braços.

nas mãos tenho mobilidade condicionada, à direita, é possível mover alguns dedos; à esquerda, nenhum”. Passaram cinco meses do acontecimento; quatro desde que ingressou no Instituto Guttmann, um dos melhores centros de pet dedicado utilizando do Estado.

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Pau volta a começar. Uma nova existência. “Não fiz terapia psicológica. Não me faz inexistência. Em Vall d’Hebron, onde ficou um mês internado – a psicóloga vinha a cada dia. A minha forma de ser é lutar a cada dia ao máximo”.

Pau se dedica de corpo humano e alma ao exercício físico, “com o término de apanhar o máximo de força e independência para poder elaborar-me pela vida rotineira e definir esta pergunta da melhor maneira”, explica, com sensatez. E muita potência de ânimo.

“Não imagino em uma possível solução médica. É um modo de não perder a expectativa”. Quatro meses de muito empenho, de sessões de cinco horas e meia de trabalho físico, de segunda a sexta-feira. O resultado é evidente: Pau compreendeu a vestir-se pela cama, tomar banho numa cadeira, fazer transferências, quer dizer, ir da cama para a cadeira, da cadeira para o veículo. “E de imediato estou aprendendo a me suspender sozinho do chão, a cadeira.